“É um prazer imenso participar do Psica, um festival que valoriza o caboclo marajoara, o linguajar, as expressões e as estações bem definidas da região. No verão, o campo vira mar e você passa de carro; no inverno, atravessa a flor d’água, contemplando as paisagens que o Marajó tem de melhor. Para mim, fazer parte desse festival foi muito importante”, afirmou o mestre.











