O vínculo religioso entre André Mendonça e Jorge Messias foi utilizado pela Polícia Federal (PF) para questionar a atuação do advogado-geral da União. A menção à religião dos dois foi considerada “abjeta e leviana” por Mendonça.
Relatório de inteligência da PF
Segundo a Revista Oeste, um relatório de inteligência da PF mencionou a religião de André Mendonça e Jorge Messias como uma possível explicação para a decisão de Messias de não recorrer contra decisões de Mendonça. Este relatório foi parte da decisão que determinou o afastamento preventivo de Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa.
“A associação entre a identidade religiosa das autoridades e a posição adotada pela AGU é abjeta e leviana.”
— André Mendonça
Decisão judicial
A decisão de afastamento foi tomada nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026. Mendonça, que classificou a associação feita pela PF como “abjeta e leviana”, destacou que a religião não deve ser usada como justificativa para decisões institucionais.












