Cuiabá/MT, 24 de agosto de 2026.

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POLÍTICA

Plano de Augusto Cury reúne propostas para 18 áreas


O plano de governo do candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, médico psiquiatra de 67 anos, conhecido por ter publicado dezenas de livros de autoajuda, tem 200 páginas e apresenta 18 tópicos de projetos.

O primeiro deles trata da educação, com proposta de ensino em tempo integral e mudança curricular, com o acréscimo de disciplinas de gestão da emoção, educação financeira e empreendedorismo.

O candidato também propõe o “Projeto Brasil Neuroinclusivo”, voltado ao acolhimento de pessoas neurodivergentes, com autismo, dislexia, transtornos de aprendizagem, altas habilidades e transtorno do déficit de atenção.

Outra proposta de Cury é voltada para a prevenção do feminicídio e para o uso de tecnologias para proteger a vida das mulheres, além de programas de prevenção da violência.

O empreendedorismo é abordado em mais de um projeto: na criação de um ministério específico, em escolas de formação de empreendedores, na destinação de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões para um fundo nacional do empreendedor e no projeto “Embaixadas Empreendedoras”, que mira em uma diplomacia empreendedora, segundo o candidato.

Augusto Cury propõe um plano de combate à fome no mundo, com a criação de um fundo internacional e apoio à agricultura familiar como base da segurança alimentar.

Na área da saúde, o candidato do Avante aposta na telemedicina, inteligência artificial e plataformas digitais para universalizar o acesso ao atendimento médico. Estratégias de prevenção e detecção precoce do câncer também são destaque no plano de governo.

Na questão energética, Augusto Cury pretende transformar o Brasil em referência mundial em hidrogênio verde. No campo das terras raras, o candidato propõe investir em tecnologia, pesquisa e indústria para diminuir a exportação dos minerais brutos.

Com relação ao meio ambiente, o projeto “Floresta Viva” foca no combate a incêndios e em um plano de proteção ambiental.

Para a segurança pública, o projeto prevê a integração nacional das forças de segurança, com um sistema integrado de informações e núcleos municipais de combate ao crime organizado.




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