A pobreza sistêmica de refrigeração não se trata de se uma pessoa pode pagar por ar-condicionado, mas sim de como a infraestrutura, as instituições e o design do entorno expõem alguém ao calor prejudicial e, em seguida, falham em protegê-la do calor. Isso se estende além do lar, abrangendo locais de trabalho, escolas e sistemas de saúde, onde o calor pode ter sérias consequências para a saúde, a produtividade e o bem-estar. Alcança ainda mais as causas sistêmicas que determinam quem sofre mais: desigualdade, discriminação, patriarcado, capacitismo e racismo.












