Na comparação entre maio e junho, o maior avanço do endividamento ocorreu entre as famílias com renda de três a cinco salários-mínimos, cujo percentual passou de 83,1% para 83,7%. Em sentido oposto, entre aquelas com renda de cinco a dez salários-mínimos, o indicador recuou de 79,6% para 78,3%.











