Agenda dos candidatos à presidência nesses últimos dias de campanha. Flávio Bolsonaro, do PL, passa nesta terça-feira (20) por Goiânia e depois vai para São Paulo, sem atividades públicas, só gravando material. Lula do PT estará no Vale do São Francisco, em Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco, na caminhada do Brasil Pronto para Mais.
A terça-feira também é de uma certa expectativa depois que o candidato Lula, antes de participar de evento em Porto Alegre, nessa segunda-feira (19), disse que entrega hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para abrir o sigilo telefônico e bancário dele e dos cinco filhos e das empresas. Lula, mais uma vez, antes do evento em Porto Alegre, desafiou o adversário do PL.
“Ou seja, eu vou entregar isso amanhã no Tribunal Eleitoral, na expectativa de que o candidato adversário apresente a proposta para abrir o sigilo das suas empresas e da sua família Porque é preciso, de uma vez por todas, acabar com, neste país, a história de ladrão ficar chamando o jeito honesta de ladrão. Todo mundo sabe a vida pregressa dele, todo mundo conhece a minha biografia, todo mundo sabe a história de cada um, e eu não posso permitir que um miliciano fica atrás de mim num debate com um escrito na mão corrupto.”
Flávio Bolsonaro, que cumpria agenda em Marabá, não falou sobre o assunto. Durante uma motocarreata voltou a falar em combate à criminalidade e em segurança pública. E nas redes sociais rebateu uma postagem da campanha adversária, que expôs diversos posts que tinham sido apagados lá atrás por Flávio Bolsonaro dizendo que era contra o Bolsa Família e que acabaria com o programa. Flávio rapidamente negou.
“Estão dizendo por aí que eu acabaria com o Bolsa Família em até dois anos. É óbvio que isso não vai acontecer, é óbvio que isso é mentira. O que é que eu estou fazendo de proposta que é muito melhor do que isso, é para incentivar você, caso você queira, quando você arrumar um emprego de carteira assinada ou você abrir a própria empresa,
você continua recebendo o seu Bolsa Família por até dois anos Não é bem diferente?”
Essa fala veio depois que a coordenadora econômica de campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que a ideia é fazer com que o Bolsa Família tenha um prazo de transição de dois anos. A fala foi feita durante uma entrevista a uma rádio da Bahia.












