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O grupo destaca também que a Ucamb não promoveu o curso de capacitação em Liderança Comunitária, conforme edital
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O grupo destaca também que a Ucamb não promoveu o curso de capacitação em Liderança Comunitária, conforme edital
FERNANDA ESCOUTO
DO REPÓRTERMT
Líderes comunitários entraram com uma ação na Defensoria Pública para tentar “barrar” as eleições para presidentes de bairro, que irão acontecer nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro, em Cuiabá.
De acordo com um dos candidatos do bairro Grande Terceiro, Ricardo Lobo, a ação pretende combater “ilegalidades que invalidam o processo eleitoral” para associações de bairros na cidade de Cuiabá, realizado pela União Cuiabana de Associações de Moradores de Bairros e Similares (Ucamb).
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Ricardo, junto a outros líderes comunitários, afirmam na ação que a Ucamb viola o princípio da publicidade e transparência eleitoral, assim como a violação do Princípio da Isonomia e Tratamento Igualitário, com o intuito de favorecer candidatos adversários.
Outra queixa é a falta de uma Comissão Eleitoral nos bairros. “A Comissão Eleitoral, que deveria ser composta em 45 dias, não foi formada nos bairros até a presente data, infringindo o Estatuto Social e o Regimento Interno da Ucamb”, diz trecho do documento.
O grupo destaca ainda que a Ucamb não promoveu o curso de capacitação em Liderança Comunitária, conforme edital, e procedeu com a cobrança de taxa de inscrição de R$ 250, além de R$ 50 de preço de cartilha de inscrição, sem transparência sobre a arrecadação e destinação do recurso com o processo eleitoral.
“Observa-se que a referida entidade tem conhecimento dos vícios apresentados, mas permanece inerte quando questionada oficialmente, revelando a falta de comprometimento com as normas regimentais, estatutárias e legais por parte da Ucamb, evidenciando assim grave ataque ao processo democrático do pleito eleitoral em questão”, outro trecho da ação.
No domingo (19), ocorreu a eleição na região Leste da Capital, onde 26 bairros puderam eleger seus presidentes, entretanto, uma grande confusão marcou o pleito no bairro Grande Terceiro.
Moradores alegaram que não puderam votar, pois não tiveram seus nomes nas listas, mesmo tendo realizado o cadastro prévio.
FONTE : ReporterMT











