Em entrevista ao UOL News nesta quinta (28), Reale Jr. destacou que revisitar o passado também permite honrar aqueles que forem perseguidos. Ele foi presidente por quase seis anos da comissão de mortos e desaparecidos do regime militar.
Era um cinema de terror durante esses anos todos, com estabelecimento da responsabilidade do Estado pela morte e tortura de vários daqueles que foram considerados opositores, ou até de inocentes que foram flagrados ou presos indevidamente,
É obrigatório que isso seja relembrado em memória daqueles que foram torturados, presos e cujos corpos ainda estão desaparecidos. Miguel Reale Jr., jurista.
Josias: Golpe de 64 é unha encravada; não há luz, mas pus no fim do túnel
Para Josias de Souza, o golpe militar de 64 ainda é uma ferida aberta no Brasil e Lula comete um erro ao deixar de abordar o assunto. O colunista disse que há tempo para Lula rever seu posicionamento, sob pena de “desrespeitar a história” do país.
noticia por : UOL











