A hospitalização, a quarta e mais longa desde 2021, provoca grande preocupação devido aos problemas anteriores que debilitaram a saúde do pontífice nos últimos anos: operações no cólon e no abdômen, além de dificuldades para caminhar.
E provocou novos questionamentos sobre a capacidade de Francisco para desempenhar suas funções, em particular porque o direito canônico não prevê nenhum dispositivo em caso de um problema grave que possa afetar sua lucidez.
Também reavivou as especulações sobre a possibilidade de Francisco renunciar, embora ele tenha afirmado várias vezes que o momento ainda não chegou. Além disso, tem se mostrado mais ativo desde o início da semana.
Na segunda-feira, ele ligou para a paróquia de Gaza, como tem feito desde o início da guerra, autorizou a canonização de dois leigos, entre eles “o médico dos pobres” venezuelano José Gregorio Hernández, e convocou um consistório (assembleia de cardeais), que não teve a data revelada.
Líderes de todo o mundo enviaram mensagens, do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo da França, Emmanuel Macron, passando pelo venezuelano Nicolás Maduro, que o chamou o papa de “líder ético da humanidade”.
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noticia por : UOL