A primeira-ministra da Estônia, Kaja Kallas, e o secretário de Estado Taimar Peterkop estão na lista de procurados pela polícia, assim como o ministro da Cultura da Lituânia, Simonas Kairys, e cerca de 60 membros atuais e antigos do Parlamento da Letônia, segundo a Rússia.
A agência estatal russa Tass informou na terça-feira que as autoridades bálticas foram acusadas de “destruir monumentos aos soldados soviéticos”, atos que são puníveis com uma pena de cinco anos de prisão de acordo com o código penal russo.
O Ministério das Relações Exteriores da Letônia, em um comunicado, disse que estava trabalhando com a UE para tratar do assunto e que estava tentando mitigar qualquer risco para os cidadãos do país.
“O ministério…continuará a apoiar, com os parceiros da UE e da Otan e com outros países no âmbito de organizações internacionais, a questão dos casos politicamente motivados e dos ataques extraterritoriais da Rússia”, acrescentou.
A Lituânia, por sua vez, exigiu que seus políticos fossem retirados da lista.
“Essas decisões russas contradizem as normas comumente reconhecidas do direito internacional, demonstram esforços para falsificar o passado e desrespeitam a memória histórica da Lituânia”, escreveu o Ministério das Relações Exteriores.
noticia por : UOL











