“A montanha é muito selvagem. Lá, ninguém garante nada, é o que Deus quiser”, afirmou Aparicio na quarta-feira (20) à Blu Radio.
O montanhista de 28 anos é um dos três guias que acompanharam Bermúdez e os outros praticantes de parapente até o topo.
A maioria parou em 5.500 metros de altitude e voltou de parapente, mas Bermúdez e Aparicio desafiaram a natureza.
– Queda –
Quando eles chegaram no topo, por volta das 09h40, Bermúdez, de 46 anos, o mais velho da dupla, preparou seu parapente para a incomum façanha de voar sobre o território sagrado dos povos indígenas arhuaco, wiwa, kogui e kankuamo – considerados pela Unesco como patrimônio imaterial da humanidade.
“Ele tentou voar pela primeira vez e não conseguiu porque não havia muito vento”, depois “uma rajada de vento o levantou e o jogou” contra a montanha, contou o guia.
noticia por : UOL











