Vem de um tenro invólucro da vida humana, a placenta, a extração de uma proteína que aponta para dar uma solução para algo que, até agora, a ciência não tinha caminho claro nem nunca tão comemorado: restabelecer a medula espinhal em pessoas que tiveram lesões medulares e perderam movimentos do corpo.
A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, professora doutora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), se aprofundou em silêncio com uma equipe de biólogos, nos últimos 25 anos, sobre a potência reparadora e multiplicadora da proteína laminina, que atua no sistema nervoso.
Os estudos acabaram gerando o atual medicamento polilaminina, uma novidade mundial, capaz de regenerar a medula em pessoas que tiveram rompimento do órgão em acidentes de diversas naturezas e que levaram a uma paraplegia —paralisa dos membros inferiores— ou tetraplegia —paralisia de membros inferiores e superiores.
Para discutir como uma pesquisa brasileira avançou no tratamento de lesão medular, Priscila Camazano conversa com Jairo Marques, editor de Vida Pública, no Como é que é? desta segunda-feira (22), às 18h, ao vivo.
Transmitido ao vivo direto da Redação da Folha, no centro de São Paulo, o programa da TV Folha vai ao ar de segunda a sexta-feira, pelos canais do jornal no YouTube, no Instagram, no Facebook e na Twitch.
Depois da transmissão, a íntegra das conversas segue disponível no canal da TV Folha no YouTube e também em versão áudio nos principais agregadores de podcasts.
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noticia por : UOL












