Israel também da sinais de que pretende ignorar a resolução do Conselho de Segurança da ONU que, na sexta-feira, foi aprovada e determinou o aumento de ajuda humanitária para Gaza. Entretanto, os ataques apenas aumentaram desde então.
Para o porta-voz do Ministério da Saúde palestino, Ashraf al-Qidra, “o que está acontecendo no campo de Maghazi é um massacre que está sendo cometido em uma zona residencial lotada”.
Do lado israelense, o exército apenas indicou que está ainda analisando a informações. Mas insiste que a ofensiva respeita o direito internacional. Para Israel, membros do Hamas usam áreas civis como escudos.
“Apesar dos desafios apresentados pelos terroristas do Hamas que operam em áreas civis em Gaza, as Forças de Defesa de Israel estão comprometidas com o direito internacional, incluindo a tomada de medidas viáveis para minimizar os danos aos civis”, disse o Exército israelense.
Num comunicado, o Hamas qualificou o ataque como “um massacre horrível” e “um novo crime de guerra”. A nova fase do conflito na região eclodiu depois que o Hamas atacou Israel, deixando mais de 1,2 mil mortos em 7 de outubro.
Pressão sobre Israel
Apesar de ter anunciado em diferentes ocasiões que estava sob o controle de diferentes áreas de Gaza, o Exército de Israel viveu dias difíceis. Dez de seus soldados foram mortos ontem, e outros cinco no dia 23.
noticia por : UOL











