Cuiabá/MT, 7 de março de 2026.

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MUNDO

A tragédia dos adolescentes detidos e acusados de 'terrorismo' na Venezuela

“Não tínhamos direito a nada”, conta o jovem à AFP, estudante do ensino médio. “No primeiro dia, estive com todos os maiores (adultos) que foram presos pelo mesmo caso, e no segundo dia eles nos levaram para outro comando e nos jogaram no chão por um dia para dormirmos algemados”.

Maduro foi proclamado presidente reeleito para um terceiro mandato (2025-2031) sem que a autoridade eleitoral publicasse os detalhes da contagem de votos, conforme exigido por lei. A oposição liderada por María Corina Machado denunciou fraude e afirma ter provas da vitória de seu candidato Edmundo González Urrutia com mais de 60% dos votos.

O anúncio do resultado provocou protestos no país que deixaram 27 pessoas mortas e 192 feridas, e foram reprimidos pelas forças da lei e da ordem, que lançaram operações para capturar “terroristas”. Um garoto de 15 anos, Isaías Fuenmayor, foi morto nas manifestações, de acordo com a Human Rights Watch.

O governo criou canais para informar sobre possíveis autores de “violência”.

Organizações de direitos humanos afirmam que muitos dos detidos não estavam se manifestando, Pedro entre eles.

– “Recebiam ordens” –

“Eu estava assistindo a um protesto, a cerca de um quarteirão de distância”, lembra o rapaz. “Eu não estava fazendo nada e, além disso, era um protesto pacífico.

noticia por : UOL

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