Cuiabá/MT, 7 de março de 2026.

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Traumatizada na infância, mulher se diz ‘trans’, faz mudança de sexo e se arrepende

O número de jovens que se arrependem de fazer a popularmente chamada “mudança de sexo” parece que não para de crescer. Por trás disso podem existir questões complexas que envolvem uma vida inteira, como traumas de infância. Este é o caso de uma mulher judia residente de Chicago, Estados Unidos.

Agora com 23 anos, a jovem se arrependeu de fazer a transição sexual que teve início no UW Health, um hospital da Universidade de Wisconsin em Madison. Ela acusa dois médicos de negligência em relação aos seus cuidados.

Isso, porque, a jovem contou que deu início à mudança de sexo sem ter tido qualquer diagnóstico profissional sobre a sua disforia de gênero – condição em que a pessoa se vê psicologicamente confusa em relação ao seu sexo biológico.

“Jay Lick realizou uma histerectomia na mulher quando ela tinha 19 anos e a Dra. Katherine Gast fez uma mastectomia dupla quando ela tinha 21 anos”, diz um processo judicial movido contra os médicos.

Trauma infantil

De acordo com relatos já noticiados pelo GospelMais e a opinião de especialistas, questões relacionadas à disforia de gênero podem envolver traumas emocionais de ordem sexual ou de autoimagem.

Abuso sexual, problemas de autoestima, bullying e conflitos familiares costumam ser relatados entre os arrependidos da mudança de sexo. Mais recentemente, a influência cultural, chamada por alguns de “contágio social”, também tem sido apontada como um dos fatores que podem fazer com que alguém desenvolva um conflito de identidade sexual.

A moradora de Chicago é um exemplo disso. “No ano passado, ela fez uma terapia que a ajudou a concluir que foi o trauma de infância que causou seu sofrimento mental e não suas características físicas”, diz o processo, segundo informações do Daily Wire.

Ainda segundo a ação judicial, o abuso sexual foi um dos traumas vivenciados pela jovem de Chicago. Em decorrência disso, ela também passou a sofrer “com ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático”.

Agora sem o útero, a jovem mulher não poderá mais ter filhos, nem amamentar, um desejo que só surgiu após entender a verdade por trás dos conflitos emocionais que a levaram a achar que era “trans”. Veja também:

Ex-trans sobre mudança de sexo: “A transição me desumanizou ao mutilar meu corpo”

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FONTE : Gospel Mais

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