Cuiabá/MT, 23 de abril de 2026.

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Pastor Gil, da Assembleia, condenado por desvio de emendas


O Supremo Tribunal Federal condenou o deputado federal Pastor Gil por participação em um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão. A decisão foi tomada pela Primeira Turma da Corte com base em provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

Segundo o julgamento, o parlamentar integrou um grupo acusado de exigir pagamento de propina para viabilizar a liberação de recursos públicos. A pena fixada foi de 5 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto, além de multa.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, o esquema envolvia a cobrança de aproximadamente 25% do valor das emendas como condição para o repasse dos recursos aos municípios. No caso analisado, os investigados teriam solicitado cerca de R$ 1,6 milhão em propina para liberar aproximadamente R$ 6,6 milhões em emendas destinadas à cidade maranhense.

A Procuradoria-Geral da República afirmou que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções entre os envolvidos, incluindo intermediários responsáveis por negociar os pagamentos com representantes da prefeitura.

O julgamento, relatado pelo ministro Cristiano Zanin, resultou na condenação de sete pessoas. Parte dos acusados foi absolvida de algumas imputações por insuficiência de provas, enquanto outros receberam penas por corrupção e participação em organização criminosa.

Gildenemir de Lima Sousa, conhecido como Pastor Gil, é pastor da Assembleia de Deus e atua na política do Maranhão. Natural de Monção (MA), ele possui trajetória ligada à igreja evangélica no estado e já ocupou o cargo de secretário-geral da Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Maranhão.





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