Durante uma entrevista ao Eu Acredito Podcast, pastor Eduardo Reis, líder da Reino Church, fez críticas contundentes à teologia reformada e aos interesses comerciais que, segundo ele, permeiam esse movimento no meio evangélico.
Críticas aos “falsos reformados”
Em sua conversa com Fábio Santos, Reis destacou que suas críticas não são dirigidas aos reformados históricos, mas sim ao que ele chamou de “falsos reformados”. Segundo o pastor, esse grupo utiliza a tradição reformada para criticar as igrejas pentecostais, limitando a atuação dos dons espirituais e transformando a vida da igreja em um ambiente excessivamente acadêmico.
“A teologia reformada, na minha visão, não conseguiu responder ao caos das guerras.”
— pastor Eduardo Reis
Observações sobre a Europa e o mercado religioso
Reis também comentou sobre a situação das igrejas na Europa, mencionando que muitos templos deixaram de atrair jovens e foram transformados em pubs e restaurantes. Ele relacionou esse fenômeno a uma fé que estaria concentrada na “letra” e não na atuação do Espírito Santo.
Além disso, o pastor criticou a atuação de parte dos reformados no mercado educacional e de publicações, acusando-os de se aproximarem dos pentecostais por interesses comerciais. Ele mencionou o sistema Mackenzie, que teria faturado mais de R$ 1 bilhão no ano anterior, como exemplo de foco no lucro.
“Porque é uma fatia a mais para se vender, é uma fatia a mais de mercado. Eles pensam no lucro. Não é preocupação de doutrina não.”
— pastor Eduardo Reis
Atuação pentecostal nas comunidades
Reis destacou a presença ativa das igrejas pentecostais em áreas como periferias, comunidades e presídios, contrastando com a atuação dos reformados. Ele enfatizou que o movimento pentecostal é conhecido por sua evangelização em locais de difícil acesso e por seu trabalho social.
“Porque a igreja pentecostal é um movimento que vai nas favelas, nas comunidades, nos presídios.”












