Cuiabá/MT, 6 de março de 2026.

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GOSPEL

Muçulmana luta para não se converter, mas se rende a Cristo


Uma mulher criada em uma família muçulmana e filha de líderes de mesquita afirmou que sua busca intelectual por respostas religiosas a levou a adotar a fé cristã. O relato foi compartilhado por ela ao descrever o processo que, segundo afirma, ocorreu durante seus anos de pós-graduação.

De acordo com seu testemunho, o início da jornada ocorreu quando conheceu dois colegas cristãos na universidade. As diferenças religiosas deram origem a conversas frequentes e debates sobre fé.

Ela afirmou que as discussões evidenciavam a convicção de ambos os lados. “Nós percebemos que éramos muito fortes em nossas crenças, mas não poderíamos estar os dois certos. Podíamos até estar ambos errados sobre Jesus, mas não poderíamos estar os dois certos”, declarou.

Determinada a defender o islamismo, ela decidiu aprofundar sua investigação religiosa. Durante uma troca de argumentos, um dos colegas lhe entregou uma Bíblia, enquanto ela ofereceu a ele um Alcorão.

Segundo o relato, a intenção inicial era convencer o colega a adotar sua fé. “Secretamente, eu queria convertê-lo massivamente ao islamismo, porque sempre que eu debatia religião com alguém, eu sempre ganhava”, afirmou.

Busca por respostas

Apesar de acreditar que havia conseguido refutar argumentos cristãos durante os debates, ela relatou que permaneceu com dúvidas. “Eu não tinha aquela satisfação. Pela primeira vez na minha vida, eu queria algum tipo de prova”, disse.

A partir desse momento, ela afirmou que iniciou um período de oração e jejum. Segundo seu relato, o objetivo era pedir a Deus que revelasse qual religião correspondia à verdade.

“Eu clamava dia e noite a Alá, o único deus que eu conhecia, para mostrar às pessoas que Ele era a verdade”, declarou.

Durante esse período, ela afirmou ter enfrentado uma crise emocional intensa. “Comecei a sentir um grande tormento. Achei que talvez estivesse ficando louca. Eu simplesmente não conseguia mais pensar”, relatou.

Argumentos históricos

Em meio à busca espiritual, ela disse ter recebido uma mensagem de um amigo. Segundo o relato, o pastor desse amigo havia reunido alguns pontos do livro Em Defesa de Cristo, escrito pelo jornalista e apologista cristão Lee Strobel.

A obra apresenta argumentos históricos relacionados à crucificação e à ressurreição de Jesus. Ela afirmou que decidiu analisar o material mesmo sem expectativas. “Eu estava em um ponto tão baixo que pensei: ‘Vou ler qualquer coisa. Por que não?’”, disse.

Após entrar em contato com os argumentos apresentados no livro, ela afirmou que decidiu reler a Bíblia. Desta vez, segundo explicou, considerou a possibilidade de que os relatos pudessem ser verdadeiros.

“Eu comecei a ler a Bíblia como se aquilo realmente pudesse ter acontecido”, declarou. “E lembro de pensar: ‘Meu Deus… isso é lindo’”.

Decisão pessoal

Durante conversas com uma amiga cristã, ela recebeu a sugestão de fazer uma oração simples, pedindo que Jesus entrasse em seu coração. Segundo ela, essa decisão representava um passo significativo para alguém criado no contexto do islamismo.

“Para um muçulmano, pedir para Jesus entrar no coração significa condenação eterna. Não há volta”, afirmou.

Apesar disso, ela decidiu fazer uma oração. “Eu olhei para o céu e disse: ‘Deus, eu não sei quem Tu és. Quem quer que Tu sejas, eu quero entregar minha vida a Ti. Se Tu és Jesus, podes entrar no meu coração’”, relatou.

Ela afirmou que percebeu uma mudança emocional após esse momento. “Na manhã seguinte, acordei e todo o tormento havia desaparecido”, disse.

Jornada espiritual

Mesmo após essa experiência, ela relatou que continuou estudando os Evangelhos por algum tempo. Segundo afirmou, inicialmente acreditava que permaneceria muçulmana.

No entanto, ao participar de um culto em uma igreja e ouvir uma mensagem, disse ter percebido que sua convicção havia mudado.

Durante o momento de oração conduzido pelo pastor, ela decidiu assumir publicamente a nova fé. “Eu pensei: ‘Chega. Basta’”, declarou.

Ao resumir sua experiência, ela afirmou que chegou a uma conclusão pessoal durante o processo de investigação religiosa. “Estava sendo necessário mais fé para não acreditar em Jesus do que para acreditar nele”, disse.

Segundo seu relato, a busca intelectual iniciada com o objetivo de defender o islamismo acabou levando à adoção de uma fé pessoal em Cristo.





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