Uma petição que solicita aos principais diplomatas dos Estados Unidos que garantam que a definição do termo “gênero” como os dois sexos biológicos não seja removida do direito internacional já reuniu mais de 130 mil assinaturas. A preocupação é que uma convenção pendente das Nações Unidas possa ser usada para “criminalizar crenças pró-vida e pró-família legítimas, discursos ou políticas públicas”.
Preocupações com a convenção da ONU
O documento, que está ganhando força rapidamente, expressa temores de que a nova convenção da ONU possa impactar negativamente aqueles que defendem valores pró-vida e pró-família. Segundo o The Christian Post, os signatários da petição estão preocupados que a inclusão da ideologia de gênero no direito internacional possa levar à criminalização de discursos e políticas que não se alinhem com essa visão.
“A convenção pode ser usada para criminalizar crenças pró-vida e pró-família legítimas.”
Reação e mobilização
O movimento para impedir a mudança na definição de gênero no direito internacional reflete uma mobilização significativa de grupos que se opõem à ideologia de gênero. A petição é um exemplo de como essas comunidades estão se organizando para tentar influenciar decisões em fóruns internacionais.












