O evangelista Franklin Graham encaminhou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 15 de outubro de 2025, na qual pede que ele se arrependa dos pecados e aceite Jesus Cristo como Salvador. A correspondência voltou a circular publicamente após Trump compartilhá-la no Domingo de Ramos, no dia 29 de março de 2026.
No documento, Graham parabeniza o presidente pela negociação de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas e pela libertação de reféns israelenses. O evangelista classifica as ações como “conquistas incríveis” e afirma que elas representam uma resposta às orações.
Apelo espiritual
Apesar dos elogios, Graham alerta que realizações políticas não asseguram a salvação. Ele sustenta que ninguém pode obter o favor de Deus unicamente por meio de obras ou conquistas pessoais.
“Esta semana, o senhor comentou com a mídia que talvez não esteja a caminho do paraíso”, escreveu o evangelista, filho do também pregador Billy Graham.
Graham acrescenta que, ainda que a declaração tenha sido feita em tom de brincadeira, é necessário refletir sobre o destino eterno da alma.
“Talvez você tenha respondido em tom de brincadeira, mas é importante ter certeza de que sua alma está segura e passará a eternidade na presença de Deus. O único que pode nos salvar do inferno é Jesus Cristo. Você não pode se salvar; eu não posso me salvar.”
O reverendo também recorda o ensino cristão segundo o qual a salvação depende da fé em Jesus e do arrependimento.
“Deus exige que nos arrependamos dos nossos pecados e, pela fé, acreditemos em nossos corações que Jesus veio à Terra, morreu na cruz pelos nossos pecados, foi sepultado e Deus o ressuscitou ao terceiro dia.”
Na sequência, Graham afirma: “Se você aceitar isso pela fé e convidá-Lo a entrar em seu coração, você ESTÁ destinado ao céu, eu lhe prometo.”
O evangelista encerra a carta citando um trecho bíblico da Epístola aos Romanos: “Se você confessar com a sua boca que Jesus é o Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.”
Contexto da publicação
Trump publicou a carta em meio a críticas de parte de seus apoiadores, que manifestaram preocupação com declarações recentes do presidente sobre adversários políticos. As informações foram divulgadas pelo The Christian Post, segundo o Pleno News.












