Cuiabá/MT, 23 de abril de 2026.

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‘Evangélicos estão atrasando os EUA’


A primeira-dama da Califórnia, Jennifer Siebel Newsom, afirmou que “os evangélicos estão nos atrasando como país” durante uma entrevista que viralizou recentemente. Ela é casada com Gavin Newsom, governador que perseguiu igrejas durante a pandemia.

Jennifer fez esses comentários em uma entrevista de 2022 com o então jornalista da Fox News, Elex Michaelson, quando defendeu que a esquerda política redefinisse o significado tradicional do movimento pró-vida.

“Muitos progressistas estão se dedicando a redefinir o que realmente significa ser pró-vida, e é isso que estamos fazendo na Califórnia”, disse ela. “Sabe, ser pró-vida significa ter cuidados pré-natais, pré-escola universal, atividades extracurriculares universais, saúde universal, cuidar de crianças em lares adotivos, oferecer refeições gratuitas para todas as crianças e disponibilizar creches. Isso sim é ser pró-vida. Não se trata de concepção”, acrescentou.

Na ocasião, Jennifer criticou as pessoas do que ela chamou de “extrema direita”, incluindo cristãos e conservadores: “Eles estão vivendo nesse nicho evangélico e conservador que, no fim das contas, está nos fazendo retroceder como país para uma época e um lugar onde não merecemos estar e não vamos estar”, disse.

“Porque, honestamente, as mulheres jovens e os pais de filhas estão despertando agora, estão conscientes e não vão nos deixar voltar atrás”, insistiu.

Ela prosseguiu expressando convicção que a pauta progressista vai sobrepor valores cristãos e enfatizou o papel da Califórnia no processo: “Tenho muita esperança por causa disso. E, obviamente, a Califórnia tem uma enorme responsabilidade de liderar”.

O vídeo voltou a circular nas redes sociais e de acordo com o The Christian Post, atraiu críticas de grupos conservadores como o American Center for Law and Justice (ACLJ), que classificou os comentários da primeira-dama como um “ataque radical contra os cristãos”.

Observando que a Califórnia possui a “maior base de doadores da ACLJ”, Logan Sekulow, diretor de mídia da ACLJ, escreveu: “Isso significa que um grande número de evangélicos e conservadores naquele estado apoia nosso trabalho e se opõe ao radicalismo de extrema esquerda dos Newsom. Portanto, Jennifer está completamente alheia à realidade de milhões de pessoas em seu próprio estado”.

Sekulow acrescentou que, embora essas visões possam agradar aos liberais durante as primárias, tal desconexão política poderia representar um problema para um plano há muito comentado de Newsom de concorrer à Casa Branca para suceder Donald Trump: “Como isso afetará a eventual candidatura presidencial de seu marido?”.

A biografia oficial de Jennifer Siebel Newsom diz que ela prefere ser chamada de “Primeira Parceira” ao invés de “Primeira-Dama” como uma escolha proposital motivada a “enviar um sinal de inclusão, reconhecendo que um dia haverá uma mulher ou [LGBT] Governadora da Califórnia, e a elevar a importância da parceria e a necessidade e os benefícios de um governo atencioso e inclusivo”.

O gabinete de Newsom não respondeu aos contatos para comentar as declarações da primeira-dama.





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