A rede ABC informou em 17 de setembro que retirará “por tempo indeterminado” o talk-show Jimmy Kimmel Live! de sua grade após uma controvérsia envolvendo declarações do apresentador com fake news sobre a morte do comentarista político Charlie Kirk.
A decisão foi anunciada horas depois de a Nexstar Media, operadora de uma ampla rede de afiliadas nos Estados Unidos, comunicar que não exibiria o programa em seus mercados. Em nota, a Nexstar afirmou que “se opõe firmemente aos comentários recentes feitos pelo sr. Kimmel sobre o assassinato de Charlie Kirk” e que “substituirá o programa por outra programação em seus mercados afiliados à ABC”.
As críticas se concentraram em observações feitas por Jimmy Kimmel na edição de 15 de setembro. Durante o monólogo, o apresentador declarou: “A gangue MAGA tentou desesperadamente rotular este garoto [Tyler Robinson] que assassinou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos como um deles, e fazer de tudo para tirar proveito político”.
No mesmo programa, Kimmel exibiu um clipe gravado na semana anterior no qual um repórter pergunta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como ele estava lidando com o assassinato; o presidente responde “acho que muito bem” e, em seguida, comenta sobre a construção de um novo salão na Casa Branca. Kimmel apresenta o Jimmy Kimmel Live! desde 2003.
No Brasil, outro caso de declarações radicais sobre Charlie Kirk ganhou repercussão: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou em 17 de setembro o afastamento do escritor Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, do Conselho Editorial do Senado.
A medida foi tomada após manifestações de parlamentares que criticaram declarações de Peninha em vídeo no qual ele comemorava o assassinato de Charlie Kirk. Durante a sessão, Alcolumbre afirmou: “Eu quero pedir desculpa ao Brasil, porque, no dia e na hora em que esse vídeo chegou ao meu conhecimento, era para eu ter demitido esse rapaz, porque, se a gente está criticando lá, a gente tem que fazer cá”. A fala foi dada em resposta a questão de ordem apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN).
FONTE : Gospel Mais












