Cuiabá/MT, 18 de março de 2026.

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Agência sugere que novo líder do Irã é gay, apesar de muçulmano


Um relatório de agências de inteligência dos Estados Unidos foi apresentado ao presidente Donald Trump durante reunião na Casa Branca, com informações sobre o líder iraniano Mojtaba Khamenei. O documento aponta que ele “possivelmente mantém relações com outros homens”, segundo relato divulgado pela imprensa norte-americana.

O jornal New York Post informou que o material descreve Mojtaba, de 56 anos, como “provavelmente gay” e menciona um suposto vínculo duradouro com um antigo tutor da infância. A publicação também afirma que o relatório inclui alegações de comportamento considerado inadequado em interações com profissionais de saúde após um bombardeio ocorrido em 28 de fevereiro.

Segundo o periódico, a reação de Trump ao receber as informações foi de surpresa. A publicação relatou que ele “gargalhou” durante a reunião, acompanhado por assessores.

— Outros presentes na sala também acharam “hilário” e compartilharam da reação do presidente — informou o New York Post. — Um alto funcionário da inteligência “não parou de rir disso por dias” — acrescentou o jornal.

O relato foi feito após bombardeios registrados em 28 de fevereiro, que resultaram na morte do então líder supremo do Irã, Ali Khamenei, pai de Mojtaba. O jornal britânico The Telegraph informou que Mojtaba estava no local no momento do ataque, mas havia deixado a área principal pouco antes do impacto, ocorrido às 9h32 no horário de Teerã.

De acordo com o New York Post, Ali Khamenei demonstrava preocupação com a capacidade do filho para liderar o regime iraniano. A avaliação, segundo a publicação, estaria associada a relatos sobre questões pessoais e de saúde atribuídas a Mojtaba.

Um telegrama diplomático de 2008, divulgado pelo WikiLeaks, indica que Mojtaba teria viajado ao Reino Unido em diversas ocasiões para tratamento médico contra impotência sexual. Fontes citadas afirmam que, após essas viagens, ele teve filhos com sua esposa, Zahra Adel, que também morreu no ataque aéreo de fevereiro.

No Irã, a legislação baseada na sharia proíbe a homossexualidade e prevê punições severas, incluindo a pena de morte. Ao mesmo tempo, o sistema jurídico permite procedimentos de redesignação sexual em determinadas circunstâncias, com respaldo de políticas públicas.





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