O ministro da Agricultura e Pecuária e senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD), afirmou que a médica e empresária Natasha Slhessarenko, aposta de seu partido para o governo do estado, pode ser uma das surpresas da disputa nas eleições de 2026 em Mato Grosso e cravou a possibilidade da candidata chegar ao segundo turno. Mesmo sendo um nome novo na política, Fávaro crê na ascenção de Natasha diante da divisão da direita caso chegue as convenções partidárias tendo três candidaturas: Otaviano Pivetta (Republicanos), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL).
Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (6), Fávaro explicou que o cenário de múltiplas candidaturas deve favorecer a entrada de novos nomes na reta final da disputa. “Seguindo a tendência de pulverização de candidaturas, a Natasha será uma revelação nas eleições de 2026. Pode colocar a aposta aí: tendo mais de três candidaturas, ela estará no segundo turno”, afirmou.
Ainda comentando as apostas do PSD, mas em âmbito federal na disputa pela Câmara Federal, Carlos Fávaro destacou que o partido já tem a chapa praticamente definida e trabalha com a meta de conquistar duas vagas, podendo chegar até a três cadeiras. Entre os nomes citados estão o deputado federal Emanuelzinho, Valtenir Pereira, Procurador Mauro, além de Flavinha, Sara Botelho, Professor Sivirino e Irajá Lacerda.
“A chapa para federal está completa. Queremos fazer duas vagas, está bem estruturada, podendo chegar a três. Teremos Emanuelzinho, Valtenir, Procurador Mauro, Flavinha, Sara Botelho, Professor Sivirino, Irajá Lacerda e outros. Agora é preparar para a disputa”, disse.
Na última eleição para deputado federal, o PSD já apresentou desempenho relevante em Mato Grosso, mas não suficiente para a eleição. Irajá Lacerda liderou a votação da legenda com 54.607 votos, seguido por Gilmar Fabris (30.419 votos) e Maurão de Carvalho (17.002 votos). Também concorreram pela sigla Mabel, Márcio Albieri, Pedro Satélite, Camila Silva, Paulo Márcio e Josi Sampaio.
Questionado sobre eventual disputa interna envolvendo o ex-governador Pedro Taques, para compor uma chapa com ele , na segunda vaga ao Senado, o ministro negou qualquer tipo de atrito e disse que vê com naturalidade a presença de vários nomes na corrida ao Senado. Para o ministro, a ampliação de candidaturas fortalece o debate eleitoral e permite que o eleitor mato-grossense tenha mais alternativas na disputa de 2026.
“Não tenho restrições a ninguém. Nas duas candidaturas ao Senado tinham 11 nomes. Acho excelente, quanto mais candidato, mais opções para o eleitor. Primeiro é avaliar o histórico passado e o compromisso para o futuro”, afirmou.












