A virada aconteceu quando um treinador a viu pela primeira vez. Mesmo sem conhecê-la, ele gritou que ela seria campeã paralímpica. “ Eu fiquei chateada, achei que estavam zombando de mim. Até então, nunca tinha visto atleta com deficiência. Mas fui fazer o teste e, quando cheguei na associação, vi todos felizes, rindo, brincando. Eu pensei: preciso acordar”, relembrou.












