A casa ficou fechada por 14 anos, vendida em 2002 e reformada pela nova família de moradores. Hoje, a residência possui um imponente portão marrom, de ferro, com o número 109 cravado. Na portaria da residência, a reportagem acionou o interfone e conseguiu conversar com a empregada doméstica.
Pela porta do correio, a mulher contou que trabalha há dois anos para a segunda proprietária do imóvel, após a saída dos primeiros compradores. “Acho que eles não gostaram de ficar morando em uma casa onde ocorreu uma tragédia dessas. Então passaram a casa para frente e venderam para a minha patroa. Não acho tão assustador como os outros dizem. Para mim, é tranquilo, sem clima nenhum”, falou
Edu Garcia/R7 – 07.11.2023
noticia por : R7.com












