Na prática, isso significa que as distribuidoras devem seguir com investimentos robustos no setor, assim como têm feito nos últimos anos. Esses aportes devem melhorar ainda mais o serviço, diminuindo as interrupções, e proporcionando resposta mais rápida quando a energia cai. Com estes investimentos, as redes estarão mais preparadas para enfrentar situações extremas, como tempestades, ondas de calor e outros eventos climáticos cada vez mais frequentes.












