Maisy cursa odontologia, está no sétimo período da graduação e mora em Esperança, no Agreste da Paraíba. Os sinais não chegaram como um susto. Vieram aos poucos, espalhados no cotidiano, confundidos com a exaustão de quem vive entre aulas, provas e prazos. Isso, segundo ela, foi o que adiou a percepção de que havia algo fora do normal.












