Embora o envelhecimento seja frequentemente retratado como um declínio físico e cognitivo constante, a doutora Levy, professora de ciências sociais e comportamentais da faculdade de saúde pública da Universidade Yale, descobriu que quase metade dos adultos com 65 anos ou mais mostrou melhora na função cognitiva, na função física, ou em ambas, ao longo do tempo. Ao analisar os dados de um amplo estudo nacionalmente representativo de idosos americanos (o Health and Retirement Study, ou HRS), foi possível avaliar se os participantes tinham progredido em um período de até 12 anos. Os resultados demonstraram de que forma a percepção em relação ao envelhecimento desempenha um papel fundamental nesse processo.












