Desde então, o governo de Pernambuco custeia as passagens aéreas, a hospedagem e a alimentação da gestante e de um acompanhante durante o período fora e Noronha. A restrição começou a valer em 2004, quando foram desativados os serviços de parto na ilha, que hoje tem 3.167 habitantes. Até então, havia apenas uma maternidade em funcionamento, no Hospital São Lucas.









