“Ambos os lados da minha família, tanto do meu pai quanto da minha mãe, são conectados ao carnaval de alguma forma. Meu avô, Laudelino Francisco de Oliveira Filho, foi um mestre de bateria bem conhecido e ficou nessa função até morrer, em 2009. Minha avó, mãe da minha mãe, era chefe de ala na Unidos do Peruche. Então, automaticamente, todo mundo da família foi levando um pouquinho do carnaval para mim”, contou.












