Numa linguagem simples, os autores abordam os princípios fundamentais do ato de cuidar: dos arranjos (e rearranjos) familiares às redes de suporte; de como lidar com o ente querido com demência à questão da finitude. Também alertam para os riscos do “cuidado improdutivo”, cujo traço principal é “um assenhoramento de quem é cuidado, uma postura de mando e que tem como consequência um distanciamento nas relações”. Martinez e Souza propõem, ainda, uma reflexão baseada na empatia estruturada em três passos:












