Cuiabá/MT, 24 de setembro de 2026.

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Cristãos nas Maldivas enfrentam perda de cidadania por sua fé


Cristãos nas Maldivas enfrentam uma dura realidade: professar sua fé pode resultar na perda da cidadania. A constituição do país, que estabelece o Islã como religião de Estado, impede que não-muçulmanos se tornem cidadãos, conforme relatado por Floyd Brobbel da Voice of the Martyrs.

Desafios enfrentados pelos cristãos

De acordo com Brobbel, as leis e políticas das Maldivas tornam a vida dos cristãos extremamente difícil. “É uma ofensa criminal promover qualquer religião que não seja o Islã. Locais públicos de culto são ilegais, e tentar converter um cidadão a outra religião é considerado ilegal”, afirmou Brobbel.

O país, com uma população de cerca de 500 mil pessoas, é considerado um dos menos evangelizados do mundo. A maioria dos habitantes vive na ilha central, enquanto as ilhas ao redor são conhecidas por seus resorts turísticos. No entanto, a vida cotidiana dos moradores locais é profundamente enraizada nas práticas islâmicas, como o jejum do Ramadã e o chamado à oração.

“Eles são ridicularizados. Podem ser encarcerados e até torturados. Não é fácil ser cristão nas Maldivas.”

— Floyd Brobbel

Esperança e apoio

Apesar das dificuldades, há uma fome pela Bíblia e pela verdade nas Maldivas. Brobbel destaca que o apoio aos cristãos locais vem principalmente através da internet e de transmissões de rádio. Ele pede orações para que a igreja oculta no país consiga se proteger das autoridades enquanto alcança aqueles que buscam respostas espirituais.

“Oremos para que esses crentes sejam encorajados e não se sintam abandonados.”

Para saber mais sobre como a Voice of the Martyrs apoia a igreja perseguida, visite o site da organização.



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