Cuiabá/MT, 3 de setembro de 2026.

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GOSPEL

‘Felipe’: Ratinho gera polêmica ao chamar Erika Hilton pelo nome de batismo


O apresentador Ratinho voltou a causar polêmica ao se referir à deputada federal Erika Hilton, chamando-a de ‘Felipe’ e afirmando que ‘mulher trans não é mulher’. A declaração foi feita durante uma entrevista ao podcast Papagaio Falante, publicada em 1º de setembro de 2026.

Contexto da declaração

Erika Hilton, que é uma figura proeminente no debate sobre direitos LGBTQIA+ no Brasil, foi eleita pelo PSOL e tem se destacado por sua atuação em defesa dos direitos humanos e da diversidade. A declaração de Ratinho se insere em um contexto mais amplo de discussões sobre identidade de gênero e os direitos das pessoas trans no país.

O que aconteceu

Durante a entrevista, Ratinho, cujo nome verdadeiro é Carlos Roberto Massa, afirmou: “Mulher trans não é mulher. Trans é um ser humano que nasceu com coisas de mulher, mas não é uma mulher.” Ele ainda chamou Erika Hilton de ‘Felipe’, nome que a deputada usava antes de sua transição. Essa afirmação gerou uma onda de críticas e apoio nas redes sociais, refletindo a polarização do tema na sociedade brasileira.

Reações à declaração

A fala de Ratinho provocou reações diversas. Enquanto alguns apoiaram sua opinião, outros a consideraram desrespeitosa e ofensiva. A deputada Erika Hilton, por sua vez, não se manifestou imediatamente sobre a declaração, mas é esperado que ela se pronuncie em breve, dada a gravidade da afirmação.

“A liberdade de expressão é fundamental, mas deve ser exercida com responsabilidade e respeito ao próximo.”

O que esperar

Esse episódio levanta questões importantes sobre a liberdade de expressão e o respeito às identidades de gênero. A discussão sobre como as figuras públicas se referem a pessoas trans é crucial, especialmente em um momento em que a sociedade brasileira ainda enfrenta desafios significativos em relação à aceitação e ao respeito à diversidade.

Além disso, a declaração de Ratinho pode impactar a forma como os debates sobre direitos LGBTQIA+ são conduzidos na mídia e na política. É fundamental que a sociedade continue a dialogar sobre esses temas, promovendo um ambiente de respeito e inclusão.



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