Grupos extremistas usavam o Telegram para recrutar novos integrantes, disseminar ideias neonazistas e incentivar a violência. As conversas monitoradas pelas autoridades mostram que, dentro desses espaços, participantes mais radicalizados eram selecionados para um grupo restrito, onde passaram a compartilhar instruções e planejar possíveis ataques a prédios públicos em Brasília.











