“Temos uma média de mais ou menos 6.016 mulheres sofrendo violência familiar [por mês], doméstica, de gênero, psicológica, patrimonial, no nosso estado. E é um estado gerido por duas mulheres. Se as mulheres, que são maioria da população pernambucana, e em sua maioria também mães solos, mulheres que passam por ‘n’ situações de violência, não são prioridade no nosso estado, onde é que a gente vai parar? Isso é um absurdo. Esta chapa está comprometida com a vida das pessoas, a vida das pernambucanas”, disse Alice.











