A alteração do local pegou os moradores de surpresa e incomodou quem precisa utilizar o local. “Eles simplesmente sumiram da parada do ônibus e colocaram na rua de trás, de novo, esquisita, como eles tinham feito da outra vez, sem pensar nos riscos que os usuários do coletivo estão expostos, principalmente mulheres e crianças, que, por algum motivo, precisam voltar à tarde do trabalho ou se deslocar mais tarde da noite”, reclamou a professora Viviane Magalhães.









