Para o MPMG, o prefeito causou dano emocional à ex-mulher, prejudicando seu pleno desenvolvimento e autodeterminação por meio de coação, isolamento, vigilância constante, perseguição, constrangimento, manipulação e controle. A denúncia relata que, em 2024, durante a campanha eleitoral, Evandro Lott Moreira pressionou a então companheira para que não tornasse pública a intenção de se separar, alegando a necessidade de apoio de igrejas evangélicas.












