O núcleo do esquema operava através de empresas fantasmas para lavar o dinheiro desviado, conforme as investigações. Durante as buscas, a polícia descobriu que os endereços declarados eram falsos, sendo em um deles, por exemplo, o de uma igreja evangélica. Além disso, as notas fiscais apresentadas eram ideologicamente falsas, emitidas por serviços e mercadorias que nunca existiram.












