Segundo ela, a percepção de crise se intensificou. “Estou há 10 anos na Argentina e há 10 anos escuto que o país está em crise. Mas, realmente, é a primeira vez que a crise que a gente sente, como trabalhador, nos últimos dois anos, é muito mais do que em outros anos. Nosso poder de compra baixou muito. Alimentos subiram e gastos como aluguel, luz, água, internet e telefone dobraram, e o salário não acompanhou.”












