“A princípio, eu não queria estar sozinha em cena. Mas havia uma urgência: criar um trabalho autoral, ser dona da minha própria narrativa. Emaranhada nasceu assim, de forma independente, literalmente do bolso, e depois ganhou fôlego com os editais. A urgência de falar sobre empoderamento e autoestima, especialmente para crianças negras, foi decisiva. E, no fim, eu não estou só: meus cabelos são parceiros de cena, estão vivos comigo. Isso cria uma relação direta, íntima e muito potente com o público.”












