Esses processos chegaram a condenar 21 pessoas em primeira instância, mas tiveram o andamento prejudicado depois que um dos principais investigados, o ex-secretário de Administração de Dárcy, Marco Antônio dos Santos, questionou a validade das escutas telefônicas nas investigações. Entre decisões monocráticas, liminares e recursos, o caso foi parar no STF.












