“Meu grande desafio em qualquer processo é entender o que é certo, decidir de modo certo e fazer isso pelos motivos certos. Ou seja, simplesmente, pelo dever de fazer o certo. Por isso que eu não tenho a pretensão de ser uma esperança, ou alguém diferente em algum sentido, com algum dom especial. Não. Tenho só a expectativa de tentar fazer o certo pelos motivos certos. Acho que esse é o papel de bom juiz. O papel do bom juiz não é ser estrela. É simplesmente assumir a responsabilidade e julgar. E, como eu sou cristão, pedindo a Deus que eu julgue de forma certa, reconhecendo ao mesmo tempo que não somos perfeitos”.












