Decidi reunir três estudos diferentes nessa coluna porque todos alertam, com igual veemência, para o risco cardíaco entre as mulheres. O primeiro indica que, nos Estados Unidos, estima-se que, nos próximos 25 anos, o número de mulheres vivendo com doenças cardiovasculares deve crescer drasticamente: seis em cada dez poderão ter pressão alta até 2050. De acordo com a Associação Americana do Coração (American Heart Association), em 2020, a proporção era de cinco em cada dez.












