“O Ney é um ser camaleônico, tem um lado íntimo reservado, mas, ao mesmo tempo, é catártico no palco e apresenta um leque de personas a cada música. Cada uma dessas personas tem algo de místico, de misterioso, de selvagem, um ser ‘híbrido’, como definido por muitos, indecifrável. Então eu não me sinto interpretando o Ney, e sim pedindo licença e pegando emprestado tudo aquilo que ele transformou na música e na vida das pessoas, todos os caminhos que ele abriu para pessoas e artistas como eu, e isso é muito significativo”.












