A prefeitura confirmou que teve contratos com a empresa investigada, “dentro da legalidade”, e sem “nenhum ilícito”, durante os anos de 2023 a 2025 e disse que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas das secretárias de Planejamento, Ana Jarvis de Souza; de Saúde, Thaciane Maria Ferreira de Souza; e do pregoeiro municipal, Fabiano Ferreira Alves, “não tendo sido apreendida nenhuma documentação em suas residências, somente o aparelho celular”.












