Um dos objetivos de Donald Trump – segundo analistas europeus – é atualizar o Tratado de 1951 – que criou a base legal da presença militar dos americanos na Groenlândia. Na época, quando foi assinado, o foco era conter o avanço da União Soviética. Mas o contexto agora é bem mais complexo: além da Rússia, tem a ascensão da China – sem falar em toda a riqueza mineral da Groenlândia, que é estratégica na economia moderna.












