Durante a conversa, o juiz auxiliar, Jorge Alexandre Martins Ferreira, destacou a importância de quando os magistrados assumirem sua primeira comarca conhecerem e vivenciarem a realidade local. “O juiz deve estar inserido na comunidade, compreendendo suas demandas, pois ele passa a ser uma referência para a população”, afirmou.
Ela também apresentou as iniciativas da Corregedoria sob sua coordenação como Cartório Inclusivo, Regularização Fundiária, Prêmio Cartório Eficiente, Solo Seguro Amazônia, Solo Seguro Favela, Programa Registre-se e Projeto Bebê Cidadão. Assim como suas atribuições: supervisionar o fluxo de receitas e despesas de unidades judiciais e extrajudiciais e demais assuntos relativos ao foro extrajudicial.
A magistrada citou que entre suas atribuições está a supervisão do Departamento Judiciário Administrativo (DJA), do sistema socioeducativo e da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), além da coordenação de ações relacionadas à violência doméstica e familiar. Atua ainda no monitoramento de metas do CNJ, projetos institucionais, conciliação e mediação, fiscalização da residência de magistrados, análise de pedidos de afastamento, coordenação do Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede) e realização de correições nos Cejuscs.
No encontro, também foram apresentadas as atribuições do juiz auxiliar João Filho de Almeida Portela. Entre elas a gestão dos procedimentos de vitaliciamento, promoção, remoção e permuta de magistrados, além do acompanhamento das matérias da área criminal e do sistema prisional, incluindo os juízos de execução penal, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária (GMF) e programas do CNJ. Compete ainda ao magistrado auxiliar o corregedor-geral em visitas técnicas às unidades judiciais criminais e administrar sistemas como SEEU, BNMP, Sisbajud, Renajud, Infoseg e Malote Digital.
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Autor: Larissa Klein
Fotografo: Lucas Figueiredo
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
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