Diversas marcas de luxo estavam entre os credores não garantidos, lideradas pela Chanel, com cerca de US$ 136 milhões, e a proprietária da Gucci, Kering, com US$ 60 milhões, segundo o documento judicial. O maior conglomerado de luxo do mundo, LVMH, foi listado como credor não garantido com US$ 26 milhões. No total, a Saks Global estimou que havia entre 10.001 e 25.000 credores.












