Cuiabá/MT, 7 de março de 2026.

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El Salvador proíbe o uso da ‘linguagem neutra’ em escolas pelo ‘bom uso do idioma’

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou em 02 de outubro a proibição do uso da chamada linguagem neutra em todos os centros de ensino públicos do país. “A partir de hoje fica proibida a chamada ‘linguagem inclusiva’ em todas as escolas públicas de nosso país”, escreveu Bukele em publicação no X (antigo Twitter).

A medida foi formalizada pelo Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia, chefiado pela ministra Karla Trigueros, oficial do Exército salvadorenho que vem conduzindo uma série de reformas na área educacional. No mesmo dia, Trigueros declarou no X: “Determinei a proibição da chamada ‘linguagem inclusiva’ em todos os centros educativos públicos e repartições ligadas ao ministério”.

Segundo a ministra, a decisão tem como objetivo “garantir o bom uso do idioma em todo material e conteúdo, além de proteger a primeira infância, crianças e adolescentes de ingerências ideológicas que afetem seu desenvolvimento integral”.

O memorando nº 22-2025, assinado por Trigueros e divulgado publicamente, lista expressões que passam a ser vetadas, como “amigue”, “companheire”, “alune”, “todxs”, “alun@” e “jovenx”. O texto classifica essas formas como “distorções da língua para atender à chamada ideologia de gênero” e afirma que a norma busca “consolidar uma comunicação institucional clara, uniforme e respeitosa”.

A proibição se estende a materiais didáticos, livros, documentos administrativos, circulares e correspondências oficiais. De acordo com o ministério, a regra tem caráter obrigatório em todo o território nacional e deve ser observada por professores, diretores, técnicos e servidores ligados ao sistema público de ensino.

O documento acrescenta: “Dessa maneira, garante-se o bom uso do idioma e evita-se a entrada de ideologias ou imposições globalistas que possam prejudicar o desenvolvimento integral dos estudantes”.

A decisão de Bukele e de sua equipe ocorre em meio a um processo de reforma educacional iniciado em 2023, que inclui a revisão de conteúdos escolares e a implementação de novas diretrizes curriculares. Até o momento, o governo não indicou se a medida poderá ser estendida às instituições privadas de ensino, de acordo com informações do jornal Gazeta do Povo.

FONTE : Gospel Mais

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